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A
AUFM apresenta aqui o resumo dos principais assuntos abordados
nas regras oficiais da Federação Paulista de Futebol
de Mesa, também conhecidas como "Regra 12 Toques",
elaborado pelo Dr. Alexandre Augusto, associado da AUFM. Para
fazer o download da regra completa, clique
aqui.
Da
duração da partida
A
partida é jogada em dois tempos de 10 minutos cada. Não
será permitido chute a gol se o técnico atacante
tiver manifestado a intenção de chute a gol ao
mesmo tempo ou depois do alarme de final da fase. Exceção
para casos de pênaltis.
Do
goleiro
1-
No posicionamento do goleiro para defesa, se o mesmo não
se encontrar totalmente dentro da pequena área e a bola
o tocar, será concedida penalidade máxima.
2-
É expressamente proibido rolar a bola sob o goleiro,
fato que será punido com um tiro livre indireto contra
o infrator.
3-
Caso o técnico vier a tocar a bola com o goleiro fora
da área penal, será concedida uma falta com um
tiro livre direto em favor da equipe adversária.
4-
É proibido o goleiro cobrar laterais, escanteios, faltas
(exceto dentro da área) e pênaltis.
Do
posicionamento dos botões
1-
Em toda saída de bola ao centro do campo, os botões
terão posicionamento obrigatório sem queimar qualquer
das linhas:
a)
Do time atacante: Dois ponteiros colocados, ao lado da linhas
lateral e central; três botões colocados um ao
lado do outro dentro da metade do círculo central de
seu campo de jogo.
b)
Do time defensor: Dois ponteiros colocados, ao lado da linhas
lateral e central; dois meias colocados ao lado da linha central
e do grande círculo e um centroavante colocado a frente
da marca do meio campo.
2-
Os demais botões, poderão ser colocados ao gosto
de seus técnicos em seu campo de jogo, desde que guarde
uma distância mínima de 24 cm da linha central
e de 8 cm entre si e seu goleiro.
3-
Só é permitida a arrumação geral
dos botões quando houver saída com bola ao centro
de campo (saídas das fases e saídas após
gol), ou em tiros de metas resultantes de chute a gol contra
a meta adversária.
4-
Os botões deverão guardar entre si uma distância
mínima de 8 cm inclusive do goleiro.
5-
Os botões mediantes acionamentos e choques legais entre
si, irão mudando suas posições originais
e ganhando outras de onde só poderão ser removidas
nas seguintes situações :
a)
Para que efetue uma reposição de bola em jogo,
como tiros de metas, escanteios, laterais, faltas diretas ou
indiretas, penalidades máximas (um único botão).
b)
Para ser colocado junto à linha lateral do campo, na
pista lateral junto à linha central, quando este botão,
por acionamento atingiu ou fez outro atingir botão ou
goleiro adversário por colisão sem antes ter tocado
na bola;
c)
Para que um ou mais botões atacantes sejam colocados
junto ao ângulo externo da área penal em sua linha
perpendicular com a linha de fundo, se acaso se encontrassem
dentro da área do goleiro por ocasião de um chute
a gol;
d)
Para que um ou mais botões defensores , por opção
do técnico que se defende, seja colocado fora da área
do goleiro se lá se encontrava por ocasião de
um chute a gol contra a sua meta. A remoção se
fará para o ângulo formado pelas linhas de gol
com perpendicular da pequena área, preferencialmente
do lado em que se encontrava.
Do
acionamento e movimentação dos botões e
goleiros
1-
Chama-se de toque de um botão, ao ato de fazê-lo
mover-se mediante a colocação da batedeira sobre
o mesmo e pressionando-o com a mesma contra a superfície
da mesa de jogo.
2-
Tendo um técnico adquirido a posse de bola, terá
direito a um limite coletivo de 12 (doze) toques, sendo que
se findo o 11º toque, e não houver condições
legais para chute a gol, será punido com tiro livre indireto
cobrado no local onde a bola estiver estacionada.
3-
Cada botão, obedecendo o limite coletivo de 12 toques,
terá direito a três toques. Se ocorrer um quarto
acionamento consecutivo, será punido com tiro livre indireto.
4-
A contagem de toques pelo técnico que estiver fazendo
as jogadas é obrigatória e deve ser feita em tom
de voz perfeitamente audível pelo adversário.
5-
Exceção feita ao acionamento para chute a gol
previamente anunciado, quando um botão deslocar um ou
mais botões adversários, ou fizer que um botão
de sua equipe desloque um ou mais botões adversários,
seu técnico perderá o direito ao limite de 12
toques coletivos, passando a ter só mais três acionamentos,
ou seja, depois de ocorrido o deslocamento, o técnico
terá obrigatoriedade de chute a gol até o terceiro
toque subsequente, e caso não tenha condições
ou não o faça, será punido com tiro livre
indireto cobrado do local onde a bola estiver estacionada. O
terceiro toque só poderá ser efetuado se o técnico
tiver condições legais de fazê-lo com chute
a gol, caso contrário, findo o segundo toque já
deverá ser cobrado o tiro livre indireto
6-
Não existe rebote ofensivo após chute a gol. O
jogador que chuta a gol perde imediatamente a posse da bola,
não importando se ela voltou à mesa e bateu em
algum botão seu ou se saiu após tocar algum botão
ou goleiro adversário. Se um chute a gol não é
convertido, o defensor segue a jogada a partir de então.
7-
Toda furada será contada como um acionamento e o fato
do adversário também furar em seguida não
dará direito ao recomeço de contagem do limite
coletivo de 12 toques, mas tão somente à continuação
da contagem dos toques restantes. Somente os toques individuais
do botão são zerados.
8-
Nas saídas de a bola ao centro de campo (saídas
de fases ou saídas após gol), caberá ao
botão do centro que se encontra dentro do grande círculo,
dar o primeiro toque, no qual, sob pena de reversão de
posse de bola, a bola não poderá deixar o grande
círculo. Se houver reversão de posse de bola em
virtude da bola ter deixado o grande círculo após
o toque inicial, a equipe contrária terá a sua
posse e deverá continuar jogando com a bola sem que essa
seja tirada do lugar fora do grande círculo (ou mesmo
dentro, caso tenha voltado) onde tenha parado.
9-
Só é permitido chute a gol com a bola no campo
de ataque. Se tiver havido saída com bola ao centro de
campo, o chute a gol só será permitido a partir
do terceiro toque e com a bola fora do círculo central
no campo de ataque.
10-
Sempre que um botão acionado, antes de tocar a bola,
vier a tocar em outro botão de sua equipe ou em seu goleiro,
ocorrerá a mudança de pose de bola para o adversário.
11-
Sempre que um botão acionado, sem que antes tenha tocado
a bola, vier a atingir ou fizer que um ou mais botões
ou goleiro de sua equipe atinjam um botão ou goleiro
adversário, será considerado falta, com tiro livre
direto contra sua equipe.
12-
Caso o botão atingido encontre-se fora de campo, ou seja,
numa das pistas laterais ou de fundo, será cobrado um
tiro livre no ponto mais próximo ao botão atingido.
13-
Todo botão que vier a bater no alambrado, por acionamento
ou impacto, e na volta tocar a bola, terá cometido infração
punida com tiro livre indireto contra sua equipe.
Da
furada
1-
Um botão acionado que vier a encostar-se na bola, sem
contudo fazê-la mexer-se, terá cometido a furada,
perdendo portanto a posse de bola para o adversário.
2-
Não serão permitidas três furadas seguidas
ou alternadas, se entre uma e outra o adversário não
tenha tocado a bola por acionamento, ou tenha tido condições
reais de tocá-la. A punição para esse artigo
é o tiro livre indireto contra a equipe que tenha cometido
as furadas.
3-
Chute a gol, que não resulte em deslocamento da bola,
para o espaço da pequena área, resulta em perda
da posse da bola ou a critério do adversário,
tiro livre indireto.
Do
lateral
1-
O lateral será cobrado pela equipe a que tiver direito,
sempre mediante ao acionamento de um botão que impulsionará
a bola. Ambos, botão e bola, deverão estar fora
de campo de jogo, sob pena de reversão da cobrança,
que no caso então pertencerá à equipe adversária.
Do
tiro livre direto
1-
Só haverá tiro livre direto no campo de ataque.
2-
Ocorrerá tiro livre direto, nos casos de infrações
e escanteios, devendo os mesmos serem anunciados anteriormente.
3-
Ocorrendo a colisão de um botão em botão
atacante adversário (encontrando-se em campo ou não)
sem antes tocar na bola, acarreta o tiro livre direto.
4-
Sempre que ocorrer uma infração punível
com tiro livre direto, o técnico contrário ao
da equipe infratora deverá ter direito a 12 (doze) toques
até a conclusão do chute a gol.
Do
tiro livre indireto
1-
Toda infração que não for penalidade máxima
ou tiro livre direto, será cobrado com tiro livre indireto,
bem como as reposições de bola em jogo. São
os seguintes os casos de tiro livre indireto:
a)
tiro de meta;
b)
cobrança de lateral;
c)
saídas de fase ou após gol com a bola no centro
de campo;
d)
todas as reversões de reposições de bola
em jogo, exceção feita à reversão
de tiro de meta que é escanteio, e esse é um tiro
livre direto;
e)
qualquer falta cometida em qualquer parte do campo após
uma saída com bola ao centro sem que esta tenha deixado
o círculo central;
f)
quarto toque dado consecutivo com um mesmo botão na contagem
individual;
toque
excedente do limite coletivo de toques;
g)
acionamento de botão adversário;
h)
acionamento de botão não sendo deste técnico
a posse de bola;
i)
acionamento pela segunda vez de um botão que tenha posto
uma bola em jogo sem que outro botão a tenha tocado por
acionamento;
j)
fato de um botão tocar a bola tendo sido impulsionado
por outro botão de sua equipe, sem que o botão
acionado tenha primeiro tocado na bola;
k)
a segunda furada de uma equipe, seja consecutiva ou alternada,
dentro do mesmo limite coletivo de toques, se em ambos os casos
a bola estiver obstruída ou bloqueada. Bola obstruída
é aquela que se encontra entre dois ou mais jogadores
de uma mesma equipe, sem espaço físico para o
adversário atingir a bola. Bola bloqueada é aquela
em que apenas um jogador, devido ao posicionamento dos demais
pode sozinho ou com a ajuda de outro, impedir a passagem de
qualquer botão adversário com possibilidade de
atingir a bola;
l)
a solicitação de chute a gol e a não concretização
do mesmo, de modo que a bola não adentro o espaço
da pequena área adversária e fique em campo, ocasião
em que a equipe contrária poderá optar pelo tiro
livre indireto ou continuar a jogada.
m)
a falta de condições legais para chute a gol estando
o técnico no seu último toque coletivo;
n)
quando um técnico ao acionar um botão vier a tocá-lo,
alterando ou parando a sua trajetória;
o)
quando o goleiro não conseguir em três acionamentos
tirar a bola de sua área;
p)
um botão acionado ou impulsionado por outro vier a se
chocar contra o alambrado, voltar ao campo de jogo e tocar a
bola. (o tiro livre indireto será contra a equipe deste
botão, independente de quem efetuou o acionamento que
provocou o fato).
q)
quando um técnico ao invés de acionar a bola com
o goleiro, fizer a mesma deslizar rolando sob o goleiro.
Fonte:
Regras
oficiais da Federação
Paulista de Futebol de Mesa
Rua
Clark, 213 sala 45 - Moóca - SP - Cep. 03167-004
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